Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.provenanceUniversidad Nacional de Avellaneda-
dc.contributorPérez Esquivel, Andrés-
dc.creatorPérez Esquivel, Andrés-
dc.date2015-
dc.date.accessioned2019-07-04T16:03:08Z-
dc.date.available2019-07-04T16:03:08Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifierhttp://rdd.undav.edu.ar/pdfs/pr53/pr53.pdf-
dc.identifier.urihttp://rodna.bn.gov.ar/jspui/handle/bnmm/332479-
dc.descriptionSince 2008 when PRO party starts its management, there have been crutial security changes from the State of the Autonomous City of Buenos Aires (CABA) involving, among other things, the creation of a Ministry of Security, a single center of command and control, the creation by Law of a local police enforcement and training institute, a center of urban CCTV monitoring, a judicial police and the creation of the Information System for Community Prevention of Crime and Violence (SIPREC), among other things. But while thismanagement has been providing a high budget growth to public security service, focusing primarily on the Metropolitan Police, has neutralized instances of inter agencies planning prevention policies, social investment has fallen to record levels and has ignored the claims that citizenship ago in victimization surveys. This introductory paper analyzes how, despite the advanced law, modern institutional diagrams and speeches, strategic planning of public security policies which, following the Constitution, should be carried out by the three branches of government, has been monopolized by the Executive, showing a logic of government with some issues, that highlights the shortcomings of the current security system monitoring and control in Buenos Aires.-
dc.descriptionFil: Pérez Esquivel, Andrés. Universidad de Buenos Aires-
dc.descriptionDesde o ano de 2008, em que começa a gerenciar a festa PRO, ocorreram fatos da dobradiça na segurança do estado da cidade autônoma de Buenos Aires (CABA), que envolvem, entre outras coisas, a criação de um Ministério da segurança, um único centro de comando e controle, criação, por lei, de uma força de polícia local e o Instituto de formação própria , um centro de monitoramento urbano, uma polícia judiciária e a criação de sistema de informação para a Comunidade prevenção ao crime e a violência (SIPREC), entre outras coisas. Mas enquanto esta gestão tem proporcionado um crescimento orçamental gerado ao público do serviço de segurança, focando essencialmente a polícia metropolitana, também neutraliza inter-agências planejamento instâncias de políticas de segurança de prevenção, diminuiu o investimento social para níveis recorde e tem ignorado reivindicações que cidadania faz em pesquisas de vitimização. Este trabalho pretende analisar introdutória como, apesar das regras avançadas, modernos diagramas institucionais e os discursos, o planejamento estratégico de políticas de segurança pública, que constitucionalmente devem funcionar entre os três poderes do estado, tem sido monopolizada pelo poder executivo, demonstrando uma lógica de governo com certos problemas que destacam as deficiências do atual de monitoramento e controle institucional e participativa do sistema de segurança de Buenos Aires.-
dc.descriptionDesde el año 2008 en que inicia su gestión el partido PRO, han ocurrido hechos bisagra en materia de seguridad desde el Estado de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires (CABA) que involucran, entre otros puntos, la conformación de un Ministerio de Seguridad, de un Centro Único de Comando y Control, la creación por ley de una policía local e instituto de formación propios, un centro de monitoreo urbano, una policía judicial y la creación del Sistema de Información para la Prevención Comunitaria del Delito y la Violencia (SIPREC), entre otras cosas. Pero mientras esta gestión ha venido otorgando un crecimiento presupuestario elevado al servicio de seguridad pública, enfocándose básicamente en la Policía Metropolitana, también ha neutralizado instancias de planificación interinstitucionales de políticas de prevención securitaria, ha disminuido la inversión social a niveles récord y ha desatendido los reclamos que la ciudadanía hace en las encuestas de victimización. Este trabajo pretende analizar de manera introductoria cómo, a pesar de la normativa avanzada, los modernos diagramas institucionales y los discursos, la planificación estratégica de políticas públicas de seguridad, que constitucionalmente debería trabajarse entre los tres poderes del Estado, ha sido monopolizada por el Poder Ejecutivo, evidenciando una lógica de gobierno con determinados problemas que destacan las falencias del actual seguimiento y control institucional y participativo del sistema de seguridad porteño.-
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagespa-
dc.publisherUniversidad Nacional de Avellaneda. Secretaría de Investigación e Innovación Socioproductiva-
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess-
dc.sourceCartografías del Sur 2015 2-
dc.sourcereponame:RDyD (UNDAV)-
dc.sourceinstname:Universidad Nacional de Avellaneda-
dc.sourceinstacron:UNDAV-
dc.source.urihttp://rdd.undav.edu.ar/pdfs/pr53/pr53.pdf-
dc.subjectPolicy-
dc.subjectPlanning-
dc.subjectPlanejamento-
dc.subjectSeguridad-
dc.subjectCABA-
dc.subjectPRO-
dc.subjectPolíticas-
dc.subjectPlanificación-
dc.title¿Quién planifica el sistema de seguridad en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires?-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.typeinfo:ar-repo/semantics/articulo-
dc.coverageAvellaneda (Argentina, Pcia. de Buenos Aires)-
Aparece en las colecciones: Universidad Nacional de Avellaneda

Ficheros en este ítem:
No hay ficheros asociados a este ítem.